Esta é a segunda parte do trabalho “Liberdade, Igualdade e Fraternidade com Justiça e Lealdade“, que para a melhor compreensão do leitor, é importante que seja lida –> AQUI.

                 Pois bem caríssimos Irmãos, LIBERDADE é o poder de agir, no seio de uma sociedade organizada, segundo a própria determinação, dentro dos limites impostos por normas definidas; é ainda a faculdade de praticar tudo o que não é proibido por lei, sendo a Liberdade de pensamento, um direito fundamental do homem. É um estado ou condição de homem livre.
                 Ser livre é poder fazer aquilo que bem entender, desde que não ultrapasse os limites impostos; é saber diferenciar o que é certo do que é errado.
                 Infelizmente caríssimos Irmãos, é justamente esta liberdade que pode levar homens a fazerem coisas que mais tarde lhes trarão arrependimento, ou então causar tristeza, ou qualquer outro tipo de sentimento a si mesmo ou a outras pessoas e, o que é pior, a seu próprio Irmão.
                 Devemos sempre deixar que a consciência própria utilize-se do “prumo” naquilo que vamos solicitar ou dizer a nossos Irmãos. Devemos lembrar sempre da ética dos nossos princípios, se é que pretendemos chegar à perfeição.
                 É esta liberdade que às vezes faz alguns IIrmãos se sentirem no direito de ofender seus próprios Irmãos, com suas palavras impensadas ou, se pensadas, carregadas de más intenções, maldosas, ásperas por demais, tudo isto em nome desta tal LIBERDADE.
                 Devemos sempre tomar cuidado com aquilo que estamos prestes a dizer ou fazer, analisar cada atitude ou palavra a ser dita, para deixarmos sempre a razão prevalecer, evitando que possamos nos transformar em indivíduos explosivos, pois esta explosão, fruto da manifestação de um sentimento muitas vezes imprevisível, pode também trazer consequências imprevisíveis.
Ressalte-se que quem é escravo de suas emoções não é livre, e se não é livre não tem condições de pertencer à Ordem, pois deixa de ser “Livre e de Bons Costumes”. Convém refletirmos sobe o assunto.
                 Falemos agora de IGUALDADE, que é o estado ou qualidade de igual. A igualdade moral é a relação entre os indivíduos em virtude da qual todos eles são portadores dos mesmos direitos fundamentais, que provêm da humanidade e definem a dignidade da pessoa humana.
                 Sermos iguais significa não fazermos distinção entre os demais Irmãos, é respeitá-los tanto quanto nós gostaríamos de sermos respeitados.
                 IGUALDADE é saber ouvir, aceitar opiniões, comentários, e não retrucá-los de forma grosseira, com a maldita intenção de demonstrar superioridade, mas sim orientar para que sejam mais pensadas, dando subsídios para tanto.
                 IGUALDADE é desprezar uma condição privilegiada, ou até de “menos favorecido” se for o caso, e deixar falar mais alto o sentimento de ajuda que deve haver entre os Irmãos da Ordem.

Convém refletirmos sobre o assunto.

Irm:. Julio César Magnani
Or:. de Lins – SP

Continua…