Antes de tudo, quero esclarecer um ponto fundamental dessa brincadeira que batizei como Pragas Maçônicas.

Não serei hipócrita em dizer que é apenas para apontar defeitos para que os que vestirem a carapuça se corrijam. Se acontecer, ótimo. Se não, espero que a exposição sirva para caracterizar atitudes e procedimentos que estranhos a nossos princípios.
O limite da tolerância é a conivência. O que espero é que a gozação provoque um senso crítico. Ou, pelo menos, que não se deseje ser caracterizado como tal.
Defeitos, todos temos. Aos montes. Só que não precisamos ser insensíveis e lembrar da simples e áurea regra: “não fazer aos outros o que não queremos que nos seja feito“.

Assim, aí vai mais uma conhecida praga de todos nós. Divirtam-se!

Ir. João Guilherme

Fonte: Charge circulando em grupos da maçonaria no whatsapp

RELEMBRE a primeira praga: Ratazona de Malhete