Qual é o elo de ligação entre o Brasil das elites (imperializado e colonizado), os EUA e a Israel (imperialistas e colonizadores) a não ser o PROTESTANTISMO evangélico, o CATOLICISMO ortodoxo e a MAÇONARIA conservadora e o JUDAÍSMO SIONISTA???

Qualquer um que pesquise verá que essas seitas-nações-elites estão historicamente interligadas por uma ideologia que vê o outro e o mundo como objetos de superexploração física, mental e comportamental.
E quando estudamos a crença religiosa dessas seitas religiosas, descobrimos nada mais nada menos que SUPREMACISMO e AUTORITARISMO. Por exemplo, toda a crença católica e evangélica são uma mistura sincrética do romanismo pagão com o judaísmo. Cristo, nesse ponto, é uma antítese. Toda a crença se baseia na superioridade de ISRAEL em relação ao resto do mundo, povos, etnias, economias.
É nisso que os católicos e evangélicos acreditam, mas, pasmem, judeus sequer respeitam Jesus. O consideram um louco blasfemador unicamente porque ele não reforçou essa (falsa) superioridade judaica, mas, pelo contrário, defendeu que toda a humanidade é igual em importância e tem direitos iguais.
Contudo, quando qualquer um critica o judaismo, esse termina rotulando o crítico de “nazista”. Mas reparem bem…
Judeus/israelitas ignorantes e/ou alienados e/ou desonestos confundirem “antisionismo” com “antissemitismo” é o mesmo que equivaler semanticamente a asserção “abomino o Bolsonaro, bolsominions e o bolsonarismo” à frase “abomino brasileiros e latinos no geral”. Seria o mesmo que confundir a fala: “odeio Hitler e Mussolini” com “odeio a Alemanha/alemães e Itália/italianos”.
Não importa quantos tipos de sionismo existem. Importa aquele sionismo hegemônico no poder de Israel dando golpes e levando ditaduras ao mundo junto com os EUA (evangélicos) para saquear nações com o financismo bancário neocapitalista.
Portanto, ser progressista exige que o sujeito seja racionalista, e ser racionalista implica em estudar a razão que impede o progressismo, no caso: liberalismo econômico e conservadorismo moral, pois esses apenas servem aos SENHORES DO MUNDO, no norte do planeta e das nações que expropriam a riqueza do sul periférico. E esses senhores tem o judaismo sionista como crença comum que orienta e justifica suas ações contra as democracias e laicidades e prosperidades alheias.. de quem eles consideram inferiores… gentios.
Nesse caso, é sempre bom lembrar que ser anti-nazifascismo não é o mesmo que ser racista, etnocêntrico e xenófobo.
  • Israelense é quem nasce em Israel… assim como brasileiro é quem nasce no Brasil.
  • Israelita ou judeu/judia é quem segue a ideologia religiosa da Torá/pentateuco… assim, qualquer um pode se denominar “judeu”, bastando crer na superioridade de Israel aos olhos de um “deus” que eles mesmos inventaram
  • SIONISMO é NAZIFASCISMO liberal-conservador.

Ser nacionalista e patriota numa luta revolucionária ANTICOLONIZAÇÃO, exige ser anti-sionismo, quebrar o elo ideológico, semiológico e linguístico que une esses cabeças dinossauros predatórios e primitivos.

Por Marcos Toni