Certa vez um velho maçom foi procurado por um jornal de sua cidade, visando descobrir os “segredos” da Maçonaria e fez várias indagações sobre a mulher na entidade, a estória do “bode preto”, o “pacto de sangue”, se realmente o demônio faz parte da Maçonaria, e outras besteiras mais.

E de supetão, um dos repórteres tascou a pergunta final:
– É verdade que o Maçom mata?
O velho maçom respirou fundo e respondeu:
– SIM, É VERDADE, O LEGÍTIMO MAÇOM MATA!
Vocês precisavam ver o brilho nos olhos e o movimento de acomodação nas cadeiras dos interlocutores. E o Mestre continuou:
– O Maçom Alexander Fleming ao descobrir a penicilina matou e ainda mata milhões de bactérias, mas permite a vida continue para muitos seres humanos.
– O Maçom Charles Chaplin com a poderosa arma da interpretação e sem ser ouvido, matou tanta tristeza, fez e ainda faz nascer o sorriso da criança ao idoso.
– O Maçom Henri Dunant ao fundar a Cruz Vermelha matou muita dor e abandono nos campos de guerra.
– O Maçom Wolfgang Amadeus Mozart em suas mais de 600 obras louvou a vida.
– O Maçom Antonio Bento foi um grande abolicionista que junto com outros maçons, além da liberdade, permitiram a continuidade da vida a muitos escravos.
– O Padre Feijó, o Frade Carmelita Arruda Câmara e o Bispo Azeredo Coutinho, embasados nas Sagradas Escrituras e como legítimos maçons, desenvolveram o trabalho sério de evangelização e quem sabe assim mataram muitos demônios.
– O Maçom Baden Powell ao fundar o Escotismo pregava a morte da deslealdade, da irresponsabilidade e do desrespeito.
– O Maçom Billy Graham foi o maior pregador Batista norte-americano e com seu trabalho matou muita aflição e desespero.
– O legítimo Maçom não é o homem que entrou para a Maçonaria, mas aquele que a Maçonaria entrou dentro dele.
– Houve e há Maçons em todos os seguimentos da sociedade e todos com o mesmo propósito: fazer nascer uma nova sociedade, mais justa e perfeita, lógico sem esquecer que o MAÇOM MATA, principalmente o preconceito.